segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Robô substitui aluno em sala de aula
O estudante russo Stepan Sopin, de 12 anos, não está comparecendo às aulas porque se recupera de leucemia. Para que ele não perca o ano em sua fase de recuperação, a solução encontrada foi criar um robô para substituí-lo nas aulas.
Segundo a agência de notícias AFP, Stepan instalou uma tela no robô, que permite que ele veja as aulas normalmente, estando no conforto da sua casa. Em tempo real, o avatar tecnológico recebe as imagens e transmite para o garoto, que consegue controlar os movimentos do substituto pelo computador e até interagir com os colegas e a professora.
Segundo a agência de notícias AFP, Stepan instalou uma tela no robô, que permite que ele veja as aulas normalmente, estando no conforto da sua casa. Em tempo real, o avatar tecnológico recebe as imagens e transmite para o garoto, que consegue controlar os movimentos do substituto pelo computador e até interagir com os colegas e a professora.
Fonte: OlharDigital
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Lançada versão final do Linux Educacional 4.0
Depois de vários meses de desenvolvimento, 2 versões Alpha e 3 RCs, esta lançada a quarta versão final e estável da distribuição Linux Educacional.
O sistema operacional, desenvolvido pelo MEC (Ministério da Educação), em parceria com o C3SL (Centro de Computação Científica e Software Livre), da Universidade Federal do Paraná, traz agora um novo ambiente baseado no moodle 2.0, que incorpora mais ferramentas de interatividade, mais facilidade no uso do ambiente, e muitas outras melhorias significativas. Detalhe importante é que a versão disponibilizada é apenas para máquinas eproinfo, para as demais máquinas surgirá uma versão em breve.
O sistema operacional, desenvolvido pelo MEC (Ministério da Educação), em parceria com o C3SL (Centro de Computação Científica e Software Livre), da Universidade Federal do Paraná, traz agora um novo ambiente baseado no moodle 2.0, que incorpora mais ferramentas de interatividade, mais facilidade no uso do ambiente, e muitas outras melhorias significativas. Detalhe importante é que a versão disponibilizada é apenas para máquinas eproinfo, para as demais máquinas surgirá uma versão em breve.
Clique aqui para baixar o LE 4.0
Fonte: ComunidadeLinuxnaRede
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Fiquem calmos, o Facebook não vai acabar!
Semana passada uma brincadeira iniciada pelo trablóide americado Weekly World News deixou os internautas em polvorosa. Segundo a publicação, o Facebook iria encerrar suas atividades no dia 15 de março.
Em poucos dias milhares de adeptos e fãs da rede social de Mark Zuckerberg publicaram mensagens de desespero no Twitter, o que tornou o tópico “Facebook Will End” o assunto mais comentado do microblog.
De acordo com a falsa notícia, o jovem CEO da empresa teria dito que o Facebook está fora de controle e por isso ele não conseguia mais gerir a rede. “O stress de administrar essa empresa arruinou a minha vida e eu preciso colocar um fim a toda essa loucura”, teria dito Zuckerberg em falsa entrevista para o jornal. O site ainda aconselhava os usuários da rede social a retirarem suas fotos do Facebook para não correrem o risco de nunca mais vê-las.
O Weekly World News divulga sátiras noticiosas há muito tempo, como certa vez que publicou que o ator americano George Clooney iria concorrer à presidência dos Estados Unidos e que Michael Jackson havia forjado sua própria morte.
Depois da falsa notícia, o Facebook garantiu, por meio do Twitter oficial da empresa, de que não irá encerrar suas atividades: “Nós não vamos a lugar nenhum, pois estamos apenas começando”.
Em poucos dias milhares de adeptos e fãs da rede social de Mark Zuckerberg publicaram mensagens de desespero no Twitter, o que tornou o tópico “Facebook Will End” o assunto mais comentado do microblog.
De acordo com a falsa notícia, o jovem CEO da empresa teria dito que o Facebook está fora de controle e por isso ele não conseguia mais gerir a rede. “O stress de administrar essa empresa arruinou a minha vida e eu preciso colocar um fim a toda essa loucura”, teria dito Zuckerberg em falsa entrevista para o jornal. O site ainda aconselhava os usuários da rede social a retirarem suas fotos do Facebook para não correrem o risco de nunca mais vê-las.
O Weekly World News divulga sátiras noticiosas há muito tempo, como certa vez que publicou que o ator americano George Clooney iria concorrer à presidência dos Estados Unidos e que Michael Jackson havia forjado sua própria morte.
Depois da falsa notícia, o Facebook garantiu, por meio do Twitter oficial da empresa, de que não irá encerrar suas atividades: “Nós não vamos a lugar nenhum, pois estamos apenas começando”.
Fonte: OlharDigital
Como funcionam as placas de vídeo? E como escolher a melhor?
Tão importante quanto o teclado, o mouse, o monitor e toda a parte interna, como processador e placa mãe, a placa de vídeo se tornou acessório indispensável nos computadores atuais. Então o Olhar Digital resolveu explicar como funcionam as placas de vídeo.
Como antigamente os gráficos eram bem mais simples, as placas de vídeo nem eram um item assim tão essencial. Mas, há alguns anos, o desempenho gráfico dos computadores se tornou diferencial. Hoje, os jogos em 3D, sites de internet mais complexos e softwares mais pesados que necessitam de milhões de cores, as placas de vídeo são essenciais.
"Hoje existem basicamente dois tipos de consumidores: o corporativo e o doméstico. O corporativo usa algumas funções básicas do computador, já o doméstico é um usuário multimídia, ele assiste vídeos na internet, tira fotos digitais, edita fotos, vídeos, publica as coisas para os amigos verem e jogam no computador", explica Richard Cameron, Diretor geral da Nvidia no Brasil.
Alguns computadores têm capacidade gráfica "on-board"; ou seja, não precisam de uma placa de vídeo independente. Mas esse tipo de placa é mais restrita e é mais indicada para páginas leves de internet e trabalhos mais comuns, como edição de textos, por exemplo.
Fonte: OlharDigital
Liquidificador estraçalha notebook do Google
Um notebook CR-48 do Google, com Chrome OS, foi despedaçado por um liquidificador. A dramática cena está no YouTube.
O vídeo viral é mais uma produção da empresa Blendtec. Tom Dickson, fundador da companhia, tem o hábito de destruir gadgets para promover sua linha de liquidificadores. Já viraram poeira um iPhone 4, um iPad, um Wii Remote, câmeras Olympus, o Facebook (na verdade, um caderninho com o nome da rede social e fotos de pessoas famosas) e objetos inusitados, como uma vuvuzela e um cubo mágico.
No fim do ano passado, o Google exibiu um vídeo mostrando várias maneiras diferentes de destruir notebooks com Chrome OS. A ideia era dizer que, como os arquivos estão na nuvem, vão continuar disponíveis mesmo se você perder o computador em um acidente. Dickson deu uma copiada na ideia, mas ficou bem divertido.
Fonte: InfoOnline
Google Maps mostra morte de animais
Mais de 100 toneladas de peixe apareceram mortas na América do Sul. Na Tailândia, foram achadas 150 toneladas de tilápia e, enquanto 300 pombas morreram subitamente na Itália, 40 mil caranguejos perderam a vida no Reio Unido e outras centenas de pássaros e 70 morcegos faleceram nos Estados Unidos.
Na imprensa americana, a opinião do Dr. Scott Wright, Chefe da Investigação de Doenças do departamento de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos, causou polêmica. Segundo ele, essas mortes de pássaros são normais e não há nada de incomum nos eventos.
Fonte: InfoOnfine
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Cearense quebra segurança da Google
O pesquisador recebeu prêmio por verificar falhas nos serviços da maior empresa de busca do mundo
Não foi preciso mais do que duas horas para que o cearense Pablo Ximenes, 32, residente no bairro do Meireles em Fortaleza, verificasse falhas no quase perfeito sistema da Google. Ele estava fazendo uma pesquisa para o mestrado quando percebeu os erros e conseguiu quebrar a segurança de um dos serviços da corporação.
Depois de entrar em contato com a Google e convencê-la de que as falhas são verdadeiras, o pesquisador cearense em segurança da informação foi recompensado com U$S 500,00, pouco mais de R$ 1 mil. Isso porque a Google tem um programa chamado "Web Vulnerability Rewards", que premia pesquisadores que detectam falhas de segurança e falam para a empresa em primeira mão.
De acordo com Pablo, os erros encontrados não podem ser divulgados até que a Google os corrija. "O prêmio é o reconhecimento que a empresa dá aos analistas, sem falar na importância disso para o currículo".
O valor do dinheiro, dependendo da falha notificada, pode chegar até U$S 3 mil. Não é a primeira vez que Pablo consegue quebrar a segurança da Google. Em 2008, ele e seus colegas que fazem parte do "Information Security Research Team" (Insert), grupo de pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará (Uece), encontraram falhas na função de reenvio de mensagens do G-mail. O grupo conseguiu reencaminhar, para várias pessoas, grandes quantidades de mensagens, os conhecidos "spams", sem que os e-mails fossem barrados pelos filtros de segurança da Google
Não foi preciso mais do que duas horas para que o cearense Pablo Ximenes, 32, residente no bairro do Meireles em Fortaleza, verificasse falhas no quase perfeito sistema da Google. Ele estava fazendo uma pesquisa para o mestrado quando percebeu os erros e conseguiu quebrar a segurança de um dos serviços da corporação.
Depois de entrar em contato com a Google e convencê-la de que as falhas são verdadeiras, o pesquisador cearense em segurança da informação foi recompensado com U$S 500,00, pouco mais de R$ 1 mil. Isso porque a Google tem um programa chamado "Web Vulnerability Rewards", que premia pesquisadores que detectam falhas de segurança e falam para a empresa em primeira mão.
De acordo com Pablo, os erros encontrados não podem ser divulgados até que a Google os corrija. "O prêmio é o reconhecimento que a empresa dá aos analistas, sem falar na importância disso para o currículo".
O valor do dinheiro, dependendo da falha notificada, pode chegar até U$S 3 mil. Não é a primeira vez que Pablo consegue quebrar a segurança da Google. Em 2008, ele e seus colegas que fazem parte do "Information Security Research Team" (Insert), grupo de pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará (Uece), encontraram falhas na função de reenvio de mensagens do G-mail. O grupo conseguiu reencaminhar, para várias pessoas, grandes quantidades de mensagens, os conhecidos "spams", sem que os e-mails fossem barrados pelos filtros de segurança da Google
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Google vence uma contra a Microsoft
Juíza deu decisão favorável ao Google em processo contra o governo americano por favorecer a Microsoft.
O Google obteve decisão favorável nesta segunda-feira (3) com relação a um processo que abriu em outubro de 2010 contra o governo americano, segundo o The Wall Street Journal. O gigante das buscas tinha se sentido lesado após ser excluído de um processo para escolha de empresa que forneceria o serviço de e-mail para os 88 mil funcionários do Departamento de Interior americano. Segundo o Google, a Microsoft teria sido favorecida no contrato que teria duração de cinco anos e valor de US$ 59 milhões.
A juíza federal Susan Braden, de Washington D.C, decidiu que a agência americana teria violado o Ato de Competição em Contratações e, portanto, não poderia adotar os e-mails da Microsoft. O Departamento de Interior pode acatar a decisão da juíza ou apelar para uma corte superior. O Google mostrou-se satisfeito com relação à decisão. A Microsoft e o Departamento de Interior Americano não comentaram o caso.
A juíza federal Susan Braden, de Washington D.C, decidiu que a agência americana teria violado o Ato de Competição em Contratações e, portanto, não poderia adotar os e-mails da Microsoft. O Departamento de Interior pode acatar a decisão da juíza ou apelar para uma corte superior. O Google mostrou-se satisfeito com relação à decisão. A Microsoft e o Departamento de Interior Americano não comentaram o caso.
Fonte: OlharDigital
Google Bike: Navegando virtualmente pela vizinhança com uma bicicleta
Google Bike, um dos vários hacks do Google Earth, trata-se de um simulador de corrida de bicicleta pelas ruas mostradas no aplicativo oficial do Google.
Para brincar, é necessário instalar um chip Arduino, um joystick e um velocímetro numa bicicleta que fica estacionada em frente a um computador com Windows ou Mac OS X. O valor obtido pelo velocímetro é lido pelo Arduino (junto com informações sobre o ângulo de giro fornecido pelo joystick), enviando para o computador via USB. Assim, todos os dados são transmitidos para o monitor, simulando sua pedalada, tornando possível pilotar a bicicleta e visitar sua vizinhança, sem sequer sair do lugar. Outros hacks inusitados do Google Earth também foram criados pelo mundo, como é o caso do simulador de queda livre, que consegue usar mais apetrechos que a própria Google Bike.
Para brincar, é necessário instalar um chip Arduino, um joystick e um velocímetro numa bicicleta que fica estacionada em frente a um computador com Windows ou Mac OS X. O valor obtido pelo velocímetro é lido pelo Arduino (junto com informações sobre o ângulo de giro fornecido pelo joystick), enviando para o computador via USB. Assim, todos os dados são transmitidos para o monitor, simulando sua pedalada, tornando possível pilotar a bicicleta e visitar sua vizinhança, sem sequer sair do lugar. Outros hacks inusitados do Google Earth também foram criados pelo mundo, como é o caso do simulador de queda livre, que consegue usar mais apetrechos que a própria Google Bike.
Fonte: OlharDigital
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